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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Quadrinhos inspiram coleção de T-Shirts


Hering apresenta peças associadas à tribo Geek


Clark Kent, o emblemático personagem dos quadrinhos, é a inspiração da nova coleção de T-shirts com silks da Hering. A idéia é explorar justamente a identidade secreta do Super-Homem, associando o estilo do personagem à tribo Geek, que atualmente influencia várias grifes de moda jovem.

O interessante é o paralelo que se dá entre a arte pop dos anos 60, época que as histórias em quadrinhos ascenderam ao status de arte através de Roy Lichtenstein e o momento atual, dominado por linguagens tecnológicas diversas.

Na coleção de camisetas, as referências foram representadas tanto pelos silks, com Clark Kent ilustrado como nas histórias em quadrinhos, quanto através de técnicas de tingimentos especiais e lavagens, dando efeito ao estilo streetwear cotemporâneo.


Esse estilo também foi destacado pela técnica utilizada na silkagem das T-shirts, onde, propositadamente, a arte dos desenhos ofereceu desgastes às aplicações, além dos detalhes como a costura em galoneira aparente, que deu acabamento à peça.

Referências: UseFashion



Botões de cima da camisa



Há uma certa "raça" seguidora de moda (espécies Trulious Devotus), que apreciam a emoção da perseguição. Eles estão em buscando em todos os estados pelo ultimo par de botas acima do joelho ou importunando a loja Chanel para descobr quando os colans de dois tons vão chegar, seus cerebros perseguirão até o momento estes itens com uma assustadora intensidade.
Embora não haja nenhuma duvida de que, de vez enquando, nós como a TD e fixamos nas nossas concupiscências, nos nossos desejos sazonais, muitas vezes fugazes e passageiros, nosso guarda-roupa depende de coisas menos chamativas, mais funcionais. Estas peças básicas merecem holofotes também, por isso vamos voltar o foco para um item em especial: o botão de cima da blusa. Felizmente, uma tendência respeitada por alguns (Chefe entre eles: Kate Moss, Nicole Richie) que recordaram recentemente, nos fazendo lembrar dos modos para usar este "grampo" fiel na moda e nos alertou algumas versões que se deve comprar



Mesmo que o tema hoje não seja tão in-your-face de um movimento como, digamos, golas enroladas ou detalçhes de franja, há algo igualmente intrigante sobre esta tendência de camisa. Nicole Richie equilibrou a camisa transparente com um blaizer esporte robusta e legging preta e óculos de sol da Oakley (Frogskin Sunglasses. Entretanto os botões de cima são normalmente associados ao daywear, você tambem pode os incrementar para sair a noite. Ashley Olsen executou isto lindamente no "Intermix 15th Anniversary Party in New York City", quando ela usou a camisa marfim da marca Banded Blouse para a festiva. Ashley Olsen manteve um ar recatado, vestindo um top por baixo, uma calça preta da marca Motorcycle Pants e uma jaqueta.Ela surpreendeu com sua roupa, tão subestimada, tão chique, usando ainsa uma sensacional bolsa Henry Beguelin’s Parachute XL Bag
Até mesmo Kate Moss (a "iniciadora" do estilo próprio) é uma defensora da classica camisa de botões. Em uma recente compra em Londres, Kate manteve sua habitual e impecavel maneira de se vestir usando uma camisa e Blazer Ralph Lauren. Seu jeans claro Hannah Jeansicon e sapato Marc Jacobs. Katie Holmes e Keira Knightley usam a camisa em versão xadrez. Holmes usou uma blusa de manga longa Shipley & Holmes com um cardigã cinza, calças jeans clara e botas Givenchy. Na mesma semana, Knightley passeou pela cidade com camisa de manga longa xadrez e calça jeans, com um casaco Ludovine Coate sapatilas Chanel.
É provavel que você tenha muitas camisas de botões , mas sempre é bom ter mais opções, como as xadrez ou com estampa floral, ou qualquer outra estampa que te agrade.

Fotos:
Nicole Richie, Buzz Photo.
Ashley Olsen, Getty Images.
Katie Holmes and Kate Moss, SplashNews.
Keira Knightley, InfGoff.

Eu Recomendo!

Luxúria está de volta com seu novo album entitulado "Da Minha Vida Cuido Eu".
O primeiro clipe de estréia do album já esta no YouTube, a Megh Stock está cantando melhor do que já canta e o clipe é simplesmente, como dirial meus amigos da facul, um luxo! Tem um ar de "filme de época", nas roupas, no cenário, no microfone, mais um "Q" de atual, até porque ela não tirou o piercing no nariz! =@


A musica nova é perfeita! Mas não vejo a hora de escutar as outras!

MySpace

Quem é que não conhece o MySpace??
Lá é o melhor lugar para se procurar uma música, uma banda...
Lá você encontra todos os estilos possíveis, mas cá entre nós, eu gosto mesmo é de Rock and Roll e seus derivados, alias, eu não tenho preconceito dentro do Rock ;D
A musica me inspira, mas não qualquer música, tem que ser uma boa música, vivo pelo myspace em busca de bandas novas, da qual eu me apaixone pela musica e possa escuta-la varias vezes, repetidamente, até que eu me enjoe e escute ela de vez enquando...



VOLTZ é uma dessas bandas, que possui musicas pelo qual eu acabei de me viciar!!


VOLTZ - Um novo inverno (clipe)

Essa é uma banda que me add e eu simplesmente amei o som, a letra a melodia, é tudo perfeito, agora não vou sair do myspace deles! A musica que eu mais gostei? Difícil dizer hein, mas talvez seja "Um Novo Inverno". A banda tá recomendadissima!! Escutem, vocês não vão se arrepender, eu garanto!

Lá no MySpace você além de encontrar bandas, você encontra também encontra vídeos, clips, enfim, é muito bom mesmo o Myspace.

Foi lá que eu achei o lindo clipe da Kate Voegele, achei super criativo, muito inspirador:

Only Fooling Myself


Escrevi esse post com o único objetivo de divulgar a banda VOLTZ, na qual eu me viciei, e o clipe da Kate, que eu tenho add nos favoritos do MySpace a muito tempo e que eu acho muito lindo e cheio de criatividade!!

Quem tiver um e quiser me add lá: http://www.myspace.com/lineloka


segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Cuidados na hora de lavar roupa



Sou estudante de Design de Moda, e moro aqui em Presidente Prudente só por causa da faculdade, e não permito de jeito nenhum que lavem a minha roupa, pois eu tenho todo cuidado com elas, se fosse deixar para a minha avó lavar ela pegaria, jogaria na maquina tudo junto até toda etapa terminar, incluindo a centrifugação, e ai? o que aconteceria?? Eu ficaria sem roupa pra vestir! Óbvio!! E isso é tudo que eu não quero!


Como não tenho tempo para lavar todos os dias eu lavo todos o sábados, menos aqueles em que eu estou cheia de trabalho da faculdade pra fazer, ou se está chovendo, porque as roupas não secam e eu centrifugo pouquissimas peças.
Sábado passado eu fiquei 3h lavando todas as minhas roupas a mão, incluindo a de cama e banho! ¬¬° Tudo por que no sábado anterior a este eu tinha o trabalho de Comunicação de Moda pra terminar, sem contar que estava chovendo!

Primeiro do tudo, quando eu vou lavar roupa eu separo as roupas pela cor e tipo de tecido, as pretas eu lavo todas juntas, as de cores claras que não soltam tinta também, geralmente lavo 1º as roupas de malha, que não são centrifugadas, para depois lavar aquelas que eu centrifugo, separo a roupa de cama, a de banho e as calças jeans. Normalmente lavo tudo a mão, e o que posso coloco na maquina apenas para centrifugar, como calça jeans, toalha de banho, etc.
Enfim, vamos fazer um apanhado rápido nas regras para melhor cuidar da sua roupa:

Lavagem à mão

· Nas primeiras lavagens a cor pode sangrar. Portanto, a roupa deve ser lavada separadamente.
· Sempre use água fria, e não deixe de molho
· Deixe o sabão em pó se dissolver totalmente antes de adicionar a roupa
· Não esfregue a roupa, dependendo do tecido, apenas aperte gentilmente
· Enxágüe em água abundante, encha o tanque de agua, coloque a roupa para enxaguar e troque a agua, até que saia todo o sabão

Lavagem à máquina

· Nunca lave roupas brancas e coloridas juntas
· Esvazie os bolsos, abra os botões e levante o colarinho
· Feche os zippers e vire a roupa do avesso
· Não sobrecarregue a máquina de lavar
· Não lave a uma temperatura muito alta

Alvejamento

· Antes de adicionar alvejante, leia as instruções de lavagem na etiqueta
· Alveje somente em água fria e deixe de molho no máximo por uma hora
· Não use nenhum tipo de recipiente de metal

Secagem

· Dobre as roupa pesadas para que não amassem demasiadamente
· Roupas coloridas não devem ser expostas diretamente à luz do sol
· Caso a área de secagem for interna, certifique-se de que esteja bem ventilada
· Roupas de malharia devem ser embrulhadas em uma toalha e deitadas sobre uma superfície plana, longe do sol ou calor
· Algumas roupas tendem a deformar, recoloque-as na forma original ainda úmidas e deixe-as deitadas para nova secagem
· Coloque as camisetas no cabide em que você as coloca no guarda roupa, faz com que ela não fique amassada depois se seca, e sem marcas do prendedor de roupa

Como passar?

· Siga as instruções da etiqueta
· Sempre dê preferência às baixas temperaturas
· A roupa deve estar ligeiramente úmida ao passar

Fibras Naturais*



· Recomenda-se lavar à seco
· Encolhe se lavada a temperaturas muito altas ou se ficar de molho
· Deforma se pendurada para secar
Algodão

· Deve ser lavado separadamente na primeira vez
· Detergentes suaves protegem melhor da descoloração
· Encolhe se lavado a temperatura muito alta
Vantagens: Material arejado e flexível. Alta resistência à fricção
Inconvenientes: Tende à descolorir e amassar

Linho

· Recomenda-se mandar ao tintureiro
· Caso lave à mão, utilize água fria
· pode ir à secadora
· Pode ser passado
Vantagens: Material arejado e macio
Inconvenientes: Forte tendência à amassar

Seda
· Não deve ser lavado a temperatura alta
· Não deve ir à secadora
· Manchas resistentes devem ser tratadas por tinturaria profissional

Fibras Artificiais*

Acetato, Rayon e Viscose

· Verifique sempre as instruções de lavagem na etiqueta
· Não coloque em secadora, para evitar que se deformem
Vantagens: Têm o toque suave e macio da seda e mantêm as cores
Inconvenientes: Manchas fortes são difíceis de remover
Fibras Sintéticas

Poliéster, Nylon, etc…

· Sensíveis ao calor. Devem ser lavadas com água morna e passadas sem vapor, em baixas temperaturas
Vantagens: Muito resistentes, amassam pouco e mantêm as cores
Inconvenientes: Materiais derivados de matéria-prima inflamável. Possui ação eletrostática.

Fibras Sintéticas

· Altas temperaturas são sempre prejudiciais
· Secagem à máquina e exposição direta à luz tendem à endurecer as fibras
· Nunca faça experiências com manchas difíceis. Leve a roupa a uma tinturaria profissional
· Branqueadores são preferíveis à alvejantes
· Sempre leve para lavar à seco as roupas que tenham forro
· Use um detergente neutro para tecidos delicados. Dissolva o detergente apropriado e distribua a roupa uniformemente para evitar manchas

*Essas informação são baseadas em tecidos de uma única composição. No caso de tecidos mistos, é necessário aplicar uma combinação de tratamentos, conforme a composição.

Fonte: Nutrifashion


sábado, 27 de setembro de 2008

Paper Toys







A minha nova mania, o meu novo vicio, quer saber mais? então continue lendo!

Há algum tempo, designer e artistas começaram a criar uma nova geração de brinquedos, quem os vê, independente da idade, se apaixona, eles são conhecidos como Toy Art, Designers Toys, Paper Toys e Urban Vinyl são apenas alguns dos nomes que eles possuem. A Toy Art é uma manifestação contemporânea que se aprimora do brinquedo para mesclar design, moda e urbanidade. Esse novo conceito nasceu no Japão, na metade dos anos 90, é um movimento muito recente, que logo que surgiu foi disseminando-se rapidamente pela Europa e pelos Estados Unidos, ganhando muitos colecionadores.



Essa idéia teve inicio, para ser mais exata, em uma feira em Hong Kong em 1997. Para sua exposição nesta feira, o artista chinês Michael Lau customizou alguns bonecos de ação GI Joe trocando suas roupas militares por roupas mais fashions e comuns, tirando-os do seu contesto inicial. E há muito tempo atrás, desde os anos 60, no Japão, os monstros e heróis da TV já eram cultuados e grandes fabricas de brinquedo aproveitavam essa popularidade para produzir bonecos de plástico dos personagens, mas nem nenhum culto artístico ou inovador. Mais tarde esses brinquedos viraram uma vertente do Toy Art muito respeitada e com grandes colecionadores no mundo, principalmente fora do Japão.



Uma coisa levou a outra: designers, desenhistas e ilustradores pesquisaram formas, tecnologia e maneiras para transformar seus personagens em criaturas reais em 3D.



São bonecos de papel, vinil, tecido, plástico e outros materiais que remetem a um quê infantil presente no inconsciente coletivo, com pitadas de bom humor e ironia. Os Toys de plush (ou pelúcia), dependendo da série, são tão raros e disputados quanto os de vinyl. As peças são geralmente produzidas em escala industrial, podem ser de vinil ou resultar de técnicas artesanais feitas por designers, isso é a arte transformada em brinquedos de gente grande.




Toy Art é um novo universo na arte contemporânea, um movimento que cresce a cada dia e já existem no mundo todo várias lojas vendendo séries de brinquedos criados por grafiteiros, ilustradores, designers e artistas, além das lojas virtuais, que apostam cada vez mais nesses novos brinquedos. Algumas delas, porém, podem se dedicar a customização de um único personagem ou uma única série de personagens.



Aqui no Brasil, a Toy Art é um segmento de vanguarda pouco divulgado no Brasil. Em Tókio, a famosa Keiko Miyata cria monstros de vários tamanhos e cores em intervenções conceituais. Podem ser bonecos, criaturas exóticas como insetos carnívoros, fantasmas ou zumbis, todos fazem parte do universo de fantasias e criticas ácidas ao mundo moderno. Através dos seus criadores, eles vão tecendo uma rede de expansão do surreal ao traçar um paralelo com o olhar outsider, quase visionário.



A simbologia de um boneco Toy Art vai além da imaginação. Eles deixam de ser apenas brinquedos de crianças, pois se tornaram mascotes de adolescente e adultos de todas as idades.
Toy Art são bonecos únicos. Bonecos desenvolvidos por designer, geralmente são sem larga reprodução industrias. Eles são “brinquedos artísticos”, em geral, possuem um desenho muito interessante e preços elevados. Outra categoria que chama muito a atenção são os ToyArt Papers, ou Paper Toys, ou seja, são feitos de papel.





Os Paper Toys podem ser baratos ou caros, depende da tinta da impressora, ou seja, da qualidade da impressão, do tipo de papel usado, do acabamento (cola, verniz), etc. Eu já estou viciada nesse tipo de prática, perco horas procurando paper toys
Estes fui eu que criei:








sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Bolsa Customizada




O site da famosa grife francesa, a “bam-bam-bam” Hermes, da qual eu recebi um catálogo LINDO, e ENORME, com tendências indianas, diga-se de passagem, voltando ao assunto, no site tem moldes de desenhos que se pode imprimir quantas vezes quiser.


Meu catálogo da Hermes

Quer saber como?? É muito fácil...

Basta clicar no link a aparece na home, “I want it, I’ll have it” (Eu quero isso, eu terei isso).



Em seguida é só escolher o modelo da bolsa que mais curtiu e marcar de novo a opção “I want it” (Eu quero isso). Você pode tentar reproduzir os desenhos, colorir, recortar e colar naquela peça de uma cor só que já está mais que cansada de usar. Ou então imprima em papel cartão, ou em qualquer outro papel mais firme e faça um Papertoy de bolsa, tenho certeza que vai ficar linda! O site tem oito opções diferentes, sendo uma branca, onde você mesmo pode customizar a mão, no photoshop, ou onde você achar melhor. A idéia da grife foi bem legal!



O que você está esperando? Corre lá e baixe o seu! ;D

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Blá, blá, blá ;DDD

Oiii pessoas!!
To feliz da vida, sabe o texto sobre A Pele e o Tato ?
Então, a Mestre entregou ele hoje para os alunos, a nota máxima dele era 1,5 e foi exatamente isso que eu tirei, assim como no texto Moda, Anorexia e Bobas da Corte, arrasei! E detalhe, a mestre escreveu que eu fiz um excelente trabalho e que já estou pronta para fazer o meu TCC! Arrasei ou não?!
Acho que já sei até quem vai ser meu orientador, ou melhor, minha orientadora, sem duvida vai ser a própria, Mestre Caroline Zanardo, a única das minhas professoras que já fez mestrado e fez um curso em Milão!! Sem contar que ela sempre responde os e-mail que eu mando!! Adoro ela, ou melhor, admiro ela! Ela é uma verdadeira mestre, sabe muito!!
Ta tarde, vou dormir, amanhã posto mais
Beijão



Moda, Anorexia e Bobas da Corte

Vocês já leram o texto: Moda, Anorexia e Bobas da Corte do Jorge Antunes? Se não leram ainda deveriam ir correndo ler, é bem interessante. Aqui eu vou resumie e dar a minha opinião. Quem tiver interesse de ler o texto o link se encontra na bibliografia.

O autor critica especificamente as modelos, chamando as de bobas da corte e dizendo que por terem neurônios destruídos elas desejam ser o que são. Na opinião do autor, ser modelo é praticamente um circulo vicioso que começa com a magreza, que faz muitas sofrerem de anorexia, que provoca a destruição dos neurônios, além de pararem de menstruar, se tornam inférteis e sentem o desejo de se isolar da família, tudo para "saracotear" nas passarelas, vestindo trajes investíveis, mas extremamente divertidos.

Ser modelo, na opinião do autor, é um processo cruel de exploração. Exploração que sempre existiu, não apenas em livros de romance. Em todos os momentos da história da humanidade as classes exploradoras, acobertadas pelo Estado, inventaram métodos para colocar seres humanos degradados divertindo os abastados donos do poder. As modelos, são como os antigos bobos da corte, se degradam, se desfiguram, estraguem-se ao aviltamento corporal para o prazer da alta burguesia e das classes dirigentes.

Entretanto, não é bem assim que acontece, as modelos não são meras bobas da corte, elas não estão ali para divertir quem as vê, mas sim para convencer as pessoas a comprar um produto. Ser modelo é um trabalho digno, como muitos outros, elas não fazem de graça, algumas ganham muito bem por isso. As modelos têm que ser magras e altas porque as roupas ficam mais bonitas para serem exibidas em um desfile, ou em um editorial, elas possuem o padrão de beleza da época e as pessoas acham que comprando tal produto poderão ficar como elas. Até a década de 60 elas eram mais "gordinhas" e tudo mudou com o aparecimento da Twiggy, que era muito magra.

Ser modelo é uma das profissões mais sonhadas quando se é adolescente, pois ela vêem esse trabalho com muito glamour, acham que sendo modelos conseguirão ter fama e dinheiro, porém esse é um dos trabalhos mais difíceis e competitivos. Lógico que sempre tem algumas modelos que ficam anorexicas, bulimicas, que degradam e desfiguram seu corpo, mas não podemos generalizar, nem todas querem ficar exatamentes iguais à Barbie, ou pior. A modelo é um produto e a vida delas é mais dura do que se imagina, a todo momento são avaliadas, julgadas e, talvez, escolhidas.

Portanto, ser modelo é uma profissão que fere muito a auto-estima das mulheres, principalmente quando não sabem como lidar com a rejeição. Para ser uma modelo, e conseguir chegar longe ela primeiro tem que aprender a aceitar o seu corpo e conhecer seus limites, e não virar uma boba da corte querendo agradar o mundo inteiro submetendo se a anorexia, por exemplo.


BIBLIOGRAFIA

ANTUNES, Jorge. Moda, anorexia e bobas da corte. Revista Espaço Acadêmico, Ano VI, nº 68, jan. 2007, ISSN 1519.61866. Disponível em: . Acessado em: 21 fev. 2008.



quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Hoje eu tenho prova de Tecnologia da Confecção ¬¬°

O bom é que é a ultima prova!! O ruim é que não é a professora da matéria que vai dar a prova, parece que ela fez uma cirurgia e tem que ficar deitada! Só porque ela sempre ajuda na prova ¬¬°



Princípios da Administração Científica - Frederick Winslow Taylor

Taylor foi um engenheiro americano e teve como foco do seu trabalho o estudo de métodos e movimentação buscando modernizar e aplicar conceitos científicos (cálculos matemáticos) aos gargalos administrativos e de manufatura (produção). Mostrou muito interesse em extrair o máximo de resultado possível do equilíbrio entre máquina e colaborador. Partiu do princípio que a economia de movimentos teria influência direta no bem-estar do colaborador e melhor produtividade para a empresa. Após esse breve resumo, podemos perguntar, o que o vestuário/confecção tem a ver com Taylor? Vou dar alguns motivos e aplicá-los em nossa realidade e, assim, será possível compreender a importância da administração científica.

Pedidos em excesso
Todos sabemos que o vestuário gira em torno das estações do ano (cada vez mais doidas), podemos dizer que mais da metade trabalha oito meses do ano a pleno vapor e o restante fica na entressafra. Nesse momento de superprodução, de necessidade extrema de cobrir o fluxo de caixa, entra o fator "superprodução em excesso". Com isso, damos início à corrida, mais corte, mais horas extras na produção, mais faccionistas, enfim, buscamos ao máximo atender a tudo o que podemos. Dessa maneira, os princípios lógicos de administração ficam para traz, como no exemplo citado de hora extra. Nesse caso cabe a pergunta. Até que ponto a hora extra vai fazer com que eu tenha produto pronto no final para ser faturado? Isso agrega valor ao produto? O que estou produzindo na extra não esta comendo meu lucro? O excesso de produção pode gerar o desperdício e a baixa qualidade. Outro ponto para refletir é a qualidade.

Será que produção em excesso combina com qualidade?
Na busca pelo equilíbrio dos colaboradores com o melhor resultado da produção, Taylor pesquisava movimentação lógica e concluiu que, em alguns casos, o fator fadiga/repetição traz um resultado negativo ao processo. Há um limitador humano que Taylor encontrou, nesse caso, que excede as 8 horas (Vale lembra que a hora extra bem usada pode trazer retorno) de trabalho, baixando o nível de concentração do colaborador gerando, assim, retrabalho, desgaste administrativo e baixa qualidade na ponta (consumidor final). Isso porque em alguns casos de facção, pelos prazos curtos de entrega, quando são detectados defeitos não há tempo para o conserto ser feito fora do fornecedor, assim, outras pessoas realizam o ajuste, descontando do faccionista. Essa ação gera retrabalho e esse retrabalho, quando realizado e executado com equipamentos diferentes do processo de origem, cria uma distorçam na qualidade.
(Para saber mais sobre o assunto, consulte Fundamentos de Administração Científica, [Silvia, é bom acrescentar o autor] - editora Atlas, página 29).

Taylor com todas as suas performances administrativas impulsionou toda uma geração de pessoas, preocupadas com processo produtivo e piso fabril, a buscar ferramentas cada vez mais específicas e eficazes para obter o melhor resultado possível do equilíbrio entre máquina e colaborador, dessa forma fez com que as perdas fossem cada vez menores e a produtividade atingisse índices e resultados satisfatórios. Essa experiência de Taylor faz com que nós, do vestuário/confecção, sejamos cada vez mais responsáveis pelo desenvolvimento e pela aplicação de técnicas ajustadas à nossa realidade singela de informações desse nível.

Na busca de melhorar os nossos números de produção e performance de vendas, outras ferramentas podem ser acopladas à Administração Científica de Taylor. Isso possibilita realizar processos produtivos de maneira eficaz e com o mínimo de desperdício. Duas delas são de fácil aplicação na confecção/vestuário, a técnica do 5W"s e 1H, que garante a manutenção dos processos criados, assegurando o mínimo de perda em cada atividade e o conceito "ECRS", no qual estimulamos encarregadas de produção, cronometristas/cronoanalistas e responsáveis pelo PPCP a buscarem constantemente alternativas e soluções.


5W's e 1H

What - O que está sendo feito?
Why - Por que esta estáfeito? Eliminar as atividades desnecessárias.
Where - Onde está sendo feito?
Whem - Quando está sendo feito? Combinar e Balancear as funções/operações.
Who - Quem está fazendo?
How - Como está sendo feito? Simplificar as operações.

ECRS
E = Eliminação
C = Combinação
R = Realocação
S = Simplificação

Como vimos, Taylor tem muito a ver com a nossa realidade do vestuário servindo de inspirarão e motivação para nos profissionalizarmos e, cada vez, sermos mais práticos e eficazes em nossas fábricas, vencendo diariamente os desafios colocados por terceiros (Concorrência, Governo, importação/china, mão-de-obra ilegal, prostituição de mercado, entre outras). Como em tudo na vida usamos referências, literaturas e absorvemos aquilo que podemos aplicar e praticar, faça o mesmo com Frederick Winslow Taylor e tire o máximo que a sua inteligência puder extrair. Se quiser mais, há um livro da Editora Atlas sob o tema Princípios de Administração Cientifica [Silvia, é bom acrescentar o autor]. Boa leitura e nos vemos no próximo artigo, em que falaremos sobre Kaisen e o vestuário/confecção.

A pele e o Tato

Esse é um dos meus ultimos trabalhos, que eu fiz para a matéria de Ergodesign (professora Caroline Zanardo)


1. A pele e o tato

1.1 A Pele

A pele é o maior órgão do corpo humano, além de ser o mais pesado, constitui 15% do peso corporal, ela é o revestimento externo do corpo, responsável pela proteção do organismo. A pele também é conhecida como tez ou cútis, que é o seu nome anatômico internacional.



A epiderme, a derme e a hipoderme são as três camadas da pele, bem unidas entre si, que possui vários órgãos em anexos, como os folículos pilosos, as glândulas sudoríparas e as sebáceas.

A camada mais externa da pele, aquela que nós podemos ver, é a epiderme, sua principal função é formar uma barreira protetora do corpo, dificultando a entrada de substancias e de micróbios no organismo. Em seguida vem a derme, a camada do meio, formada por grandes quantidades de vasos sanguíneos, fibras e terminações nervosas, que recebem os estímulos do meio ambiente e os transmitem ao cérebro, através dos nervos. Tais estímulos trazem sensações como o frio, calor, dor, pressão, vibração, cócegas e prazer. A ultima camada da pele é a hipoderme, ela é basicamente formada por células de gordura, devido a isso, sua espessura é bem variável, depende se a pessoa é gorda ou magra. A hipoderme apóia e une a epiderme a derme ao resto do nosso corpo, alem disso, ela mantém a temperatura do corpo e acumula energia para o desempenho das funções biológicas. Mesmo com essa proteção a pele é permeável e absorve substâncias.

A cor da pele se da através de um pigmento chamado melanina, que em maior ou menor quantidade, determina a variação da pele branca a negra. Este mesmo pigmento ajuda na proteção do sol, por isso a pela clara é muito mais desprotegida, pois tem menor concentração de melanina, correndo maior risco de queimaduras.

A pele não é apenas responsável pela devesa e proteção do organismo, mas também pela termorregulação e pela percepção. Ela não é 100% eficaz, mas ela nos protege das doenças.

A epiderme tem zonas que são sujeitas a maior atrito, como as palmas das mãos e, principalmente os pés essas zonas têm uma camada mais grossa, conhecida como pele glabra, que pode chegar a ter até 2mm de espessura.

O queratinócito é a célula principal, que constitui a epiderme, ele que produz a queratina, uma proteína impermeável responsável pela proteção. Os nutrientes e o oxigênio chegam à epiderme a partir de vasos sanguíneos da derme por difusão, já que a própria não possui vasos sanguíneos, pois se houvesse vasos, eles ficariam mais sujeitos a serem “penetrados” por microorganismos.

Sustentando a epiderme, se encontra a derme, um tecido conjuntivo constituído por colágeno e elastina e outros elementos. Na derme se encontram os nervos e os órgãos sensoriais.

Constituída por tecidos adiposos que protege contra o friu encontramos a hipoderme, um tecido conjuntivo frouxo ou adiposo localizado entre a derme e a fascia muscular. Suas funções são a de reservatório energético, isolante térmico, absorção de choque e fixação dos órgãos, alem de modelar a superfície corporal.

A função principal da pele é a proteção do organismo das ameaças físicas externas, mas ela também tem função imunitária, além de ser o principal órgão que regula o calor, protegendo contra a desidratação. A pele tem funções nervosas, que constitui o sentido do tato e as funções metabólicas, que são responsáveis pela produção da vitamina D, que geralmente é “despertada” pelo sol.

Por apresentar numerosas terminações nervosas, algumas livres e outras com comunicação com órgãos sensoriais especializado, a pele é um órgão sensorial que constitui o sentido do tato, tendo capacidade de detectar sinais que criam as percepções da temperatura, pressão, movimento e dor, além de ser um importante órgão na função sexual.

No total, a pele, mede cerca de 2 metros quadrados, equivalente a um retângulo de dois metros de comprimento e um metro de largura, pesa cerca de 3 quilos. Ainda dentro do útero, as crianças, seis a oito semanas antes de seu nascimento, tem as impressões digitais formadas. Dois milhões de glândulas sudoríparas, que são responsáveis pela desintoxicação e irrigação da pele, por meio do suor, estão distribuídas ao longo da pele, sua maior concentração está nas palmas das mãos, 370 por centímetro quadrado. O fluxo sanguíneo em dias frio, na pele, é de 0,5 litros por minuto, e em dias quentes sobe para 3 litros por minuto, para refrescar.

1.2 O Tato

Aristóteles propôs cinco sentidos básicos, entre ele o tato, lógico que as definições dele para as atuais sofreram varias alterações. O tato é muito utilizado pelos cegos, devido a falta da visão eles “enxergam” com as mãos.

O sentido do tato não é encontrado em uma região especifica, pois todas as regiões do organismo possuem mecanorreceptores, que são responsaveis peã percepção do toque, termoceptores responsaveis pela percepção do frio e do calor, alem das terminações nervosas livres que são responsaveis pela percepção da dor que muda apenas de intensidade.

As várias terminações nervosas, que a pele possui, fazem com que sejamos capazes de obter as percepções táteis, essas terminações são chamadas de receptores táteis ou mecanorreceptores, como o corpúsculo de Vater Paccini responsável pela percepção da pressão; corpúsculo de Meissner, responsável pela percepção do tato leve quando passamos ligeiramente as mãos por uma superfície, são eles responsáveis pelas sensações que experimentamos; discos de Merkel que captam toques leves; corpúsculos de Krause responsável pela percepção do friu e o corpúsculo de Ruffini responsável pela percepção do calor. Tais terminações nervosas são sensíveis aos estímulos térmicos, mecânicos e dolorosos.

De acordo com a temperatura externa, os termoceptores reagem. Os receptores para o calor quando a temperatura externa é quente e os para o frio são estimulados quando a temperatura externa é fria. As terminações nervosas livres reagem a estímulos mecânicos, térmicos e químicos. Em regiões mais profundas há também corpúsculos que são responsaveis pela percepção de vibrações e pressões fortes, são eles os lábios, papilas mamárias, clitóris e o pênis.

O tato não é apenas um dos sentidos, pois é resultante de muitos “ingredientes”, como sensibilidades superficiais (epidérmicas e dérmicas) e profundas (proprioceptiva, ligada ao movimento), vontade de explorar a atividade motora, memória, emoções e imaginação.

Na pele existem cerca de cinco milhões de receptores do tato, só nas pontas dos dedos tem uns três mil que enviam, através da medula, impulsos nervosos ao cérebro.

Alem de ser o primeiro sentido que nós desenvolvemos, o tato permanece ativo mesmo depois que a audição e a visão começam a desaparecer. Provavelmente o mais primitivo dos sentidos é o tato, além de ser o mais elementar e quiçá a mais predominante experiência do ser humano, independente da idade ou se ainda está para nascer. O bebê explora o mundo pelo tato, esse sentido é seu primeiro guia, descobre por ele onde termina seu corpo e começa o mundo exterior.

A estimulação tátil é tão importante para o desenvolvimento que se tornou uma necessidade básica, ele é um sentido que nos permite perceber o ambiente ao nosso redor, nós sentimos com o “olho da mente”.

Sentimos o que esta passando em nossa pele pelos corpúsculos que enviam os impulsos nervosos até o cérebro que o interpreta. Até os pêlos do nosso corpo, que estão presos na pele por uma raiz com vários receptores, avisam ao cérebro quando alguma coisa os atinge, além de também ajudarem a controlar a temperatura do corpo.

Os cegos têm o tato tão desenvolvido e sensível que são até capazes de sentir se os objetos têm cores diferentes pela temperatura deles, o tato compensa a falta de visão. Nosso cérebro é capaz de formar imagens através do tato. O cego usa as informações da memória, tato, descrição, localização espacial e outros sentidos para formar uma imagem parecida com a que nós enxergamos.

Quando acariciamos a pele de modo superficial e tênue os receptores sensitivos enviam a informação ao centro de prazer, que nos faz sentir cócegas, este é o resultado de uma sensação tátil.

Durante o sono o sentido mais ativo é o tato, funcionando como o vigia do corpo adormecido, pois os órgãos responsáveis por ele estão conectados a sensores que enviam continuamente mensagens ao cérebro.

1.3 A importância da pele e do tato no ergodesign

Cada tecido causa uma sensação diferente, devido a sua textura, a sua trama, alguns lembram à infância, dão uma sensação boa, de conforto, outros lembram sensações ruins, pois também estão ligados ao emocional.

Alguns tecidos não são agradáveis a pele, ao tato, causam uma certa irritação, “pinicam”, ou são muito quentes para se sentir, ou usar no calor, ou são muito frios, enfim. Para se criar uma roupa não só para usar no dia-a-dia, mas principalmente para certos tipos de trabalhos, é necessário que se conheça, principalmente, a pele do ser humano para depois adequar o tecido a ela e ao seu público destinario.

Pessoas que fazem caminhadas, ou melhor, trilha em montanhas não basta estar encapotados com os agasalhos, se estes não forem os apropriados para tal esporte. “Quando o homem se levantou da savana e se aventurou pelas montanhas e sertões, precisou também cobrir a pele e se proteger do clima hostil. Peles de animais foram a primeira opção – mas muito pesada. A lã foi idéia que veio a seguir e, mesmo molhada, protege bem do frio. Mas foi o algodão que acabou prevalecendo, por oferecer tecidos leves e gostosos de vestir. No agreste, porem, o algodão não oferece grande proteção à combinação de chuva e vento. Molhado o tecido de algodão se encharca d’água , que rouba do corpo doses colossais de calor, podendo induzir uma hipotermia. Em situações como a citada acima, roupas de algodão são mesmo um perigo, se não houver uma capa impermeável pó cima. ” (BECK).

Com toda a tecnologia existente fibras novas e sintéticas foram criadas, como o polipropileno, poliamida (nylon) e o poliéster. Esses tecidos sintéticos são impermeáveis quando resinados, não absorvem água, além de serem resistentes a abrasão e cortes. Por outro lado as coberturas impermeáveis não “respiram”, e assim, não tendo por onde evaporar, o suor acaba molhando a roupa que se tem pó baixo, com esse novo “problema” foram obrigados a inventar outros meios para permitir que o tecido “respire” sem se encharcar pela água da chuva, e um desses tratamentos é conhecido como hidro-repelente. Tratamentos químicos também foram inventados, eles conduzem o suor da pele para fora, onde é disperso, porém nem sempre funcionam, principalmente quando o suor é intenso, além de tal tratamento ser removido com o passar do tempo, devido às lavagens. Essas novas fibras eram ótimas, porem desagradáveis ao tato, por serem sintéticas, por isso, durante anos, o “algodão reinou”.

Foram criadas fibras com filamentos finos, para que devolvessem a sensação de maciez do algodão aos novos tecidos, e assim, novos processos de texturização criaram uma nova geração de fios, tecidos sintéticos, como o supplex e o tactel, fazendo com que evoluísse, pois eram agradáveis ao tato. O supplex ficou muito conhecido como roupa de caminhada, ela cria um “microclima” ao redor do corpo, é um tecido que protege do calor, respira bem, quase não absorve água ou suor e seca muito rápido, além de ser gostoso de tatear, consequentemente de vestir, alem de resistir a cortes e a abrasão.

“Claro que todo esse avanço não foi feito preocupada com as necessidades peculiares de montanhistas, campistas ou pescadores. Apenas nos beneficiamos de fios e tecidos criados para a moda urbana – mas que, por suas características, altamente desejáveis, encontraram lugar no vestuário de esportistas e aventureiros.” (BECK). A micromattique, uma microfibra de poliéster, com um filamento mais fino do que a seda, de inicio foi desenvolvida para a moda, é um tecido agradável ao tato devido a sua maciez. O tecido de micromattique é macio e quente, embora seja um pouco mais fino do que o “soft-brush”.

Para quem vai a um lugar onde possui neve, não basta estar bem agasalhado, tem que estar com roupas, ou seja, agasalhos que sejam de tecidos certos, especiais, para que a pessoa esteja totalmente protegida do frio.

Pela cabeça nós perdemos a maior parte do calor, por isso gorro e protetor de orelhas não podem deixar de serem usado, os cachecóis protegem o pescoço, além de poderem ser enrolados ao redor da cabeça, protegendo o nariz, ou então usar uma mascara que só deixa os olhos de fora, conhecida como balaclava, os casacos tem que possuir forros, fecho duplo, bolsos e capuz, as luvas tem que ser impermeáveis, a calça de neve deve usada por cima de ouras calças, alem de serem de tecidos impermeáveis, alem de serem em formato de macacão e possuírem elásticos na canela para a neve não entrar, oura opção são as calças quebra-vento, que são feitas de finos tecidos impermeáveis, elas não deixam o frio entrar, mantendo-o do lado de fora, os long johns parecem uma meia calça bem grossa, mas são de tecidos finos e vão até a canela, por cima dele se usa as calças térmicas que são bem mais grossas, as botas de neves tem um solado próprio, não deixa a pessoa escorregar, tem forro e são impermeáveis, e o óculos de sol não pode faltar, principalmente quando faz sol, além disso existem saquinhos químicos que produzem calor, geralmente os colocam dentro das luvas e das botas.

A roupa é a nossa segunda proteção, nossa segunda pele, portanto é importante estarmos vestidos adequadamente a cada ocasião, e também estarmos satisfeitos com a sensação que o tecido nos proporciona. Cada tecido possui uma característica, como elasticidade, aderência, maleabilidade, peso, etc. que, quando em contato com a pele, produzirão diferentes sensações.

BIBLIOGRAFIA

BECK, Sérgio. Estas novas roupas e suas promessas maravilhosas. Roupas para aventura. Disponível em: < http://www.barmak.com.br/roupas.html>. Acessado em: 11 set. 2008.

BUENO, Chris. Montanhismo - Como escolher uma roupa para chuva. 360 graus. Disponível em: . Acessado em: 11 set. 2008

BURGIERMAN, Denis Russo. O feto aprende. Super Interessante. 130 ed. Jul. 1998. Disponível em: . Acessado em: 11 set. 2008.

Cócegas. Super Interessante. 23 ed. Ago. 1989. Disponível em: . Acessado em: 11 set. 2008

Cyanara. O corpo em números. Curiosidades. Disponível em: . Acessado em: 11 set. 2008.

MISURA, Luciana. Roupas para encarar a neve. Colagem. Disponível em: < http://luciana.misura.org/2005/01/30/roupas-para-encarar-a-neve/>. Acessado em: 11 set. 2008.

O tato - Os cincos sentidos. Brasil escola. Disponível em: . Acessado em: 11 set. 2008.

Pele. Wikipédia. Disponível em: . Acessado em: 10 set. 2008.

SELIGMAN, Airton. O poder do toque. Super Interessante. 182 ed. Nov., 2002. Disponível em: . Acessado em 11 set. 2008.

Tato. Klickeducação. Disponível em: . Acessado em 10 set. 2008.

VENTUROLI, Thereza. Questão de pele. Super Interessante. 112 ed. Jan. 1997. Disponível em: . Acessado em: 11 set. 2008

VILELA, Ana Luiza Miranda. Fisiologia da Paixão. Anatomia & Fisiologia Humanas. Disponível em: . Acessado em: 10 set. 2008.


Layout de uma Fabrica de Corsário (Trabalho de Tecnologia da Confecção)

Oi pessoas!
Hoje eu to postando um trabalho da matéria Tecnologia da Confecção, não é facil fazer, ainda mais quando não se entende muito de costura. Eu fiz assim:

Na primeira opção de layout apenas uma máquina é usada para fazer dois tipos de operações diferentes, a maquina de agulhas faz a operação 7 (fazer desenho da vista) e 14 (fazer ganchinhu), devido ao tempo de operação de cada um ser curto. São usadas nove maquinas reta, quatro overloque, três agulhas, uma caseadeira e dois ferros além de possuir uma auxiliar.

Primeira opção de Layout ->


Na segunda opção cinco maquinas são usadas para fazer duas operações diferentes. A maquina reta 1 (fixar revel na boca do bolso) e a 2 (barra da vista) no final do dia de serviço ficariam paradas, pois o tempo de suas operações é curo, por isso elas também fazem a operação 17 (fixar espelho e fazer 1ª costura boca bolso), que tem um tempo maior e é uma das ultimas operações. A maquina reta 4 (pregar etiqueta no espelho) também ficaria parada, por isso faz a operação 18 (fazer boca de bolso frente). A maquina overloque 3 (chulear revel) faz também a operação 13 (chulear vista espelho), pois o tempo de ambas operações é curto. A maquina agulha 7 (fazer desenho da vista) também faz a operação 14 (fazer ganchinhu). E tem uma auxiliar. São usadas sete maquinas retas, três overloques, três agulhas, uma caseadeira e dois ferros.

<- Segunda opção de Layout

A terceira opção funciona no mesmo esquema da segunda, o que muda é apenas o layout.



Terceira opção de Layout ->


Em minha opinião, a primeira opção seria a mais funcional, embora use mais maquinas, seguido da terceira e por ultimo a segunda.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Post Inaugural!!

Hello people!!
Bom, primeiro "post" então nada mais do que certo que eu me apresente, não é?



Meu nome é Aline Natalia Freitas, sou aluna do curso de Design de Moda da Faculdade Pontal do Paranapanema - UNIESP de Presidente Prudente, estou no 4º termo e minha gande paixão é a minha faculdade, onde sou conhecida como ANF, pelos meus amigos mais intimos! ;D~
Criei esse blog pra falar de moda, de cultura, e publicar alguns dos meus trabalhos com as mais variadas areas de moda, como Produção de Moda (Editorial de Moda), Tecnologia da Confecção (layout de uma confecção), Design Textil (Criação de Estampas), Comunicação de Moda, Modelagem, Computação Gráfica (Slogans, Embalagens, Painel de Criação, etc), Desenho de Moda, Desenvolvimento de Produto, etc.
Acho que é isso.
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