Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

SPFW: Exposição sobre nova alta-costura foi aberta ao público

Eu, ANF, no São Paulo Fashion WeekEu (Foto ao lado) estava presente no penultimo dia do São Paulo Fashion Week, por isso não posso deixar de falar de nada que vi lá, como por exemplo da exposição Passion Paris que promoveu um diálogo da nova geração de estilistas radicados na França com a moda brasileira no São Paulo Fashion Week.

Nove estilistas, de diferentes nacionalidades, formaram a nouvelle vague da moda francesa atual e suas criações puderam ser conferidas na exposição Passion Paris, que estava montada na entrada da Bienal. Embora venham de países distintos, todos eles estão sediados em Paris e fazem parte da Federação Francesa de Alta Costura e do Prêt-à-Porter dos Costureiros e dos Criadores de Moda - a instituição é responsável pela curadoria da mostra, que, pela primeira vez na história do evento, foi aberta ao público em geral.

Pela primeira vez no Brasil, os estilistas da marca Commuun presentes na mostra, Iku Furudate e Kaito Hori apresentaram uma coleção de vestidos feitos à base de material orgânico, num estilo definido por eles como minimalista. Eles trabalharam com cortes dinâmicos, motivados pela natureza.

O inglês Adam Jones, que trabalhou com Kenzo e John Galliano, na Maison Dior, sempre cuidando das malhas da grife, hoje se sente desafiado a descobrir novos materiais. O strech em renda está presente em seu trabalho, dando uma certa sofisticação ao tecido.

Um brasileiro também integra o grupo, o mineiro Gustavo Lins, que trabalha a 20 anos em Paris e apresenta a coleção inspirada nos quimonos. Ele sempre trabalhou com a pesquisa da arquitetura da roupa e os quimonos são parte de sua criação desde o começo, desenvolvendo uma nova linguagem de um traje tão antigo e rico.

Também faz parte da exposição os franceses Alexis Mabille e Anne Valérie Hash, a espanhola Estrella Archs, o português Felipe Oliveira Baptista, o alemão Lutz e a irlandesa Sharon Wauchob.

Paris é o pólo catalisador da moda internacional, e a intenção da mostra não é a exportação imediata desses designers para cá, mas sim proporcionar um intercâmbio de conhecimento entre os países.


Veja as fotos:

Eu, Aline Natalia Freitas, a ANFVeja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:

Veja as fotos:Veja as fotos:Veja as fotos:


Leia mais…

SPFW: Musica na Bienal


Domingo, dia 21/06, o Portifólio de Moda, ou melhor, eu, ANF, estava presente no São Paulo Fashion Week neste dia, e não perdi nenhum detalhe se quer do que estava rolando pelos corredores da Bienal.

Marcelo Sommer quase pulou esta edição de SPFW. Porém, para marcar presença, o contêiner Do Estilista desembarou na Bienal no penúltimo dia de SPFW. A grife de Marcelo Sommer recebeu um show com do Stop Play Moon, banda de Geanine Marques, Ricardo Athayde e Paulo Bega, todos vestindo roupas da grife Do Estilista, que mostrava as tendências de acordo com Marcelo Sommer.

Lembrando que a vocal é da modelo Geanine Marques, a musa do Alexandre Herchcovitch. Num clima bem coloridão, eles ficaram dentro de um contêinerl. E as roupas? Algo de cheerleader, pompom, toque de new wave anos 80, bem divertido.

Uma aglomeração de fashionistas, jornalistas, trausentes e convidados assistiram o pocketshow, entre eles até mesmo Alexandre Herchcovitch, visto que a vocal é a sua musa. Mas a grande surpresa foi a aparição da modelo, musa e talismã de Sommer, Luciana Curtis, reforçando os backing vocais no palco. Confira o vídeo:



Confira algumas fotos:

música ao vivomúsica ao vivomúsica ao vivo Confira algumas fotosConfira algumas fotos

Confira algumas fotosConfira algumas fotosConfira algumas fotosmúsica ao vivo

Confira algumas fotosConfira algumas fotosConfira algumas fotos



Leia mais…

Twitter de grife - Aderido por grandes marcas como um novo conceito de comunicação


A quem diga que o Twitter é o futuro! Será? Bom, o fato é que todo mundo tem ou está pensando em ter um. E não só os sites - eu tenho O MEU! - mas as marcas de moda estão super aderindo! Dá uma olhada em algumas:

  • Calvin Klein: @CalvinKlein
  • Louis Vuitton: @LouisVuitton_US
  • O do Karl Lagerfeld é falso, mas é divertido: @Karl_Lagerfeld
  • Luella (por enquanto sem atualizações - ela deve usar só pra seguir os outros): @luellabartley
  • Marc Jacobs - que provavelmente é falso: @Jacobs_Marc
  • Lacoste: @LACOSTE
  • Manolo Blahnik: @mblahnikstore
  • Lanvin: @lanvinshoe
  • Louboutin: @louboutin
  • Jimmy Choo: @jimmy_choo
  • Isaac Mizrahi: @IsaacMizrahi
  • Diane Von Furstenberg: @InsideDVF
  • Bolsa Lady Dior: @Lady_Dior
  • Nike Basketball: @NikeBasketball

  • No Brasil, também não são poucos os exemplos de twitter de marcas. O Das Marias levantou o da Daslu (@expresso_daslu, que fala mais sobre o informativo da Daslu do que sobre a marca em si), o da Cavalera (@Cavalera_Brasil), o da Colombo (@colombo_virtual), o da Avon (@AvonBR), o da Natura (@NaturaNet), o da Maria Filó (@MariaFilo), o da Fiorucci (@Loja_Fiorucci), o da Reverb City (@Reverbcity), o da Camiseteria (@Camiseteria), o da Luiza Barcelos (@Luizabarcelos), o da Reserva (@Reservaweet), o da Osklen (@Osklen), o da Shoestock (@Shoestock) e o da Melissa(@LojaMelissa). E cada vez mais as marcas brasileiras estão aderindo a moda.

    E você, conhece algum? Conta pra mim nos comentários!

    Leia mais…

    Sábado, 16 de Maio de 2009

    Filme Curta-Metragem: Karl Lagerfeld



    Quem nunca oviu falar de Karl Lagerfeld, o homem à frente da maison Chanel? Karl, além de ser fotógrafo e estilisa, criando para sua própria marca, para a Chanel e a Fendi, agora ele virou diretor, ele dirigiu o curta de 5m15, Fitting Room Folies. Que é estrelado pelo modelo francês Baptiste Giabicone e por uma modelo holandesa chamada Lara Stone.

    Lara é a queridinha da editora da Vogue Paris, Carine Roitfeld, e no curta experimenta várias roupas da Chanel em meio a poses, caras e bocas, enquanto Baptiste só dá o ar da graça algumas vezes. Tudo se passa em uma cabine de experimentar roupas e você pode ouvir a voz de Karl dando as suas coordenadas ao som da trilha, que é o que dá o ar cinematográfico. São tantas as facetas de Karl que ele até lançou um livro contando sobre a dieta que o fez perder 40 kg em 13 meses.


    Leia mais…

    Terça-feira, 21 de Abril de 2009

    A indumentária da Pré-História

    História
    A pré-história é o extenso período que antecede o aparecimento da escrita e do uso dos metais. A primeira descoberta cultural importante do homem foi a invenção da arte. Na pintura, na gravura, na escultura foram expressos pensamentos por meio de símbolos. As mais antigas obras primas da arte surgiram há milhares de anos na era da pedra lascada, no Paleolítico, em cavernas no centro da Europa. O período posterior chamado Neolítico, foi relativamente curto em relação a toda pré-história, ele começou de fato na mesopotâmia e estendeu-se lentamente, em suas evoluções por meio da navegação, ao Egito e à Anatólia, chegando ao sul da Europa.


    Os grupos pré-históricos eram nômades e se deslocavam de acordo com a necessidade de obter alimentos. Durante o período neolítico essa situação sofreu mudanças, desenvolveram-se as primeiras formas de agricultura e consequentemente o grupo humano passou a se fixar por mais tempo em uma mesma região, mas ainda utilizavam-se de abrigos naturais ou fabricados com fibras vegetais ao mesmo tempo em que passaram a construir monumentos de pedras colossais, que serviam de câmaras mortuárias ou de templos. Raras as construções que serviam de habitação. Essa pedras pesavam mais de três toneladas, fato que requeria o trabalho de muitos homens e o conhecimento da alavanca.

    A sociedade era claramente feminina. Algumas funções na sociedade eram exercidas naturalmente pelas mulheres, pelo que as divindades que as representavam eram femininas (algumas até hoje). Uma mãe que gerou a Vida,a Terra, a Natureza e os seres vivos. Uma Deusa que simboliza a fertilidade da Terra e a prosperidade e harmonia. A Vênus de Willendorf, uma pequena estatueta, de 9 cm, talhada em pedra edatada de + ou - 30 mil anos a.C. é a mais antiga escultura feita por mãos humanas. E é uma das evidências mais incontestáveis do culto de adoração a uma Deusa Mãe Terra...Mas não é a única, cerca de 40 mil pequenas estatuetas semelhantes foram encontradas em escavações arqueológicas, todas datadas de eras pré-históricas...

    A Pré-História está dividida em:

    Paleolítico Inferior
    • aproximadamente 5.000.000 a 25.000 a.C.;
    • primeiros hominídios;
    • caça e coleta;
    • controle do fogo; e
    • instrumentos de pedra e pedra lascada, madeira e ossos: facas, machados.

    Paleolítico superior
    • instrumentos de marfim, ossos, madeira e pedra: machado, arco e flecha, lançador de dardos, anzol e linha; e
    • desenvolvimento da pintura e da escultura.

    Neolítico
    • aproximadamente 10.000 a 5.000 a.C.
    • instrumentos de pedra polida, enxada e tear;
    • início do cultivo dos campos;
    • artesanato: cerâmica e tecidos;
    • construção de pedra; e
    • primeiros arquitetos do mundo.

    Idade dos Metais (Fim da Pré-História)
    • aproximadamente 5.000 a 3.500 a.C.
    • aparecimento de metalurgia;
    • aparecimento das cidades;
    • invenção da roda;
    • invenção da escrita; e
    • arado de bois.

    A Arte
    Durante muito tempo duvidou-se que o Homem paleolítico tivesse capacidade intelectual para realizar obras de arte, pelo que a arte paleolítica só passou a ser aceite desde o início do século XX. Hoje a arte paleolítica adquiriu a sua verdadeira importância, existindo quatro grandes temas: animais, signos, figuras humanas, motivos indeterminados.

    A primeira característica da arte é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, material, cotidiana ou mágico-religiosa: ferramentas, armas ou figuras que envolvem situações específicas, como a caça. Cabe lembrar que as cenas de caça representadas em cavernas não descreviam uma situação vivida pelo grupo, mas possuía um caráter mágico, preparando o grupo para essa tarefa que lhes garantiria a sobrevivência. A arte paleolítica agrupa-se em três grandes categorias: móvel, parietal e rupestre.

    Na "arte móvel" incluem-se, além dos objetos de adorno pessoal, as peças gravadas, pintadas ou esculpidas que, pelas suas pequenas dimensões, podem ser deslocadas ou transportadas. Os respectivos suportes podem corresponder a objetos utilitários, tais como pontas de projéctil feitas de osso ou corno, ou não utilitários, tais como lajes, seixos ou ossos. A determinação da época a que pertencem é facilitada pela sua inclusão em depósitos arqueológicos que podem ser submetidos a processos de datação relativa ou absoluta.

    A "arte parietal" é a que tem como suporte as paredes de grutas ou abrigos sob rocha e inclui representações de diversos tipos - baixos relevos, gravuras, pinturas. A distribuição das figuras pelas paredes dos sítios decorados é também variada, ocorrendo tanto em locais mais ou menos expostos à luz natural como nas zonas mais interiores de galerias profundas cuja frequentação obrigava à utilização de luz artificial (lamparinas de pedra em que se queimava gordura animal, ou archotes de madeira).

    A "arte rupestre" é a que decora as superfícies rochosas situadas ao ar livre, qualquer que seja a respectiva inclinação. No vale do Côa, por exemplo, as rochas gravadas durante o Paleolítico aproveitam superfícies verticais, mas as gravuras da Pré-História recente conhecidas no vale do Tejo foram na sua maioria executadas sobre superfícies rochosas horizontais ou muito pouco inclinadas.


    Aprincipal característica dos desenhos da Idade da Pedra Lascada é o naturalismo. O artista pintava os seres, um animal, por exemplo, do modo como o via de uma determinada perspectiva, reproduzindo a natureza tal qual sua vista captava. Atualmente, a explicação mais aceita é que essa arte era realizada por caçadores, e que fazia parte do processo de magia por meio do qual procurava-se interferir na captura de animais, ou seja, o pintor-caçador do Paleolítico supunha ter poder sobre o animal desde que possuísse a sua imagem. Acreditava que poderia matar o animal verdadeiro desde que o representasse ferido mortalmente num desenho. Utilizavam as pinturas rupestres, isto é, feitas em rochedos e paredes de cavernas. O homem deste período era nômade.

    Os artistas do Paleolítico Superior realizaram também trabalhos em escultura. Mas, tanto na pintura quanto na escultura, nota-se a ausência de figuras masculinas. Predominam figuras femininas, com a cabeça surgindo como prolongamento do pescoço, seios volumosos, ventre saltado e grandes nádegas. Destaca-se: Vênus de Willendorf.

    A fixação do homem da Idade da Pedra Polida, garantida pelo cultivo da terra e pela manutenção de manadas, ocasionou um aumento rápido da população e o desenvolvimento das primeiras instituições, como família e a divisão do trabalho. Assim, o homem do Neolítico desenvolveu a técnica de tecer panos, de fabricar cerâmicas e construiu as primeiras moradias, constituindo-se os primeiros arquitetos do mundo. Conseguiu ainda, produzir o fogo através do atrito e deu início ao trabalho com metais. Todas essas conquistas técnicas tiveram um forte reflexo na arte. O homem, que se tornara um camponês, não precisava mais ter os sentidos apurados do caçador do Paleolítico, e o seu poder de observação foi substituído pela abstração e racionalização. Como conseqüência surge um estilo simplificador e geometrizante, sinais e figuras mais que sugerem do que reproduzem os seres. Os próprios temas da arte mudaram: começaram as representações da vida coletiva.

    Além de desenhos e pinturas, o artista do Neolítico produziu uma cerâmica que revela sua preocupação com a beleza e não apenas com a utilidade do objeto, também esculturas de metal. Desse período temos as construções denominadas dolmens. Consistem em duas ou mais pedras grandes fincadas verticalmente no chão, como se fossem paredes, e uma grande pedra era colocada horizontalmente sobre elas, parecendo um teto. E o menir que era monumento megalítico que consiste num único bloco de pedra fincado no solo em sentido vertical. Santuário de Stonehenge, no sul da Inglaterra, pode ser considerado uma das primeiras obras da arquitetura que a História registra. Ele apresenta um enorme círculo de pedras erguidas a intervalos regulares, que sustentam traves horizontais rodeando outros dois círculos interiores. No centro do último está um bloco semelhante a um altar. O conjunto está orientado para o ponto do horizonte onde nasce o Sol no dia do solstício de verão, indício de que se destinava às práticas rituais de um culto solar. Lembrando que as pedras eram colocadas umas sobre as outras sem a união de nenhuma argamassa.

    A Indumentária
    O homem primitivo caçava não só para comer, mas também para utilizar suas peles para se proteger Descobriu-se que só a pele sobre o corpo era algo desconfortável pois os movimentos eram restritos e parte do corpo ficava exposta, um outro problema era o ressecamento da pele de animal que ficavam exposta ao calor do sol,deixando-as duras. Um meio descoberto posteriormente para deixar as peles maleáveis era a mastigação, tarefa destinada às mulheres. Uma outra técnica mais apurada era molhar a pele e sová-la com um malho após a retirada de todos os fragmentos de carne. Mais adiante, algumas tribos descobriram que o óleo ou a gordura de animais marinhos ajudava quando esfregados na pele para deixá-la maleável por algum tempo.O curtimento veio a seguir com a descoberta de que certas árvores, especialmente o carvalho e o salgueiro, contém um ácido (o tânico) que pode ser extraído quando as cascas de árvores são mergulhadas em água. Após ficarem nesta solução por um tempo as peles se tornavam maleáveis e à prova d’água.

    A partir da técnica do curtimento as peles podiam ser cortadas e moldadas e então surgiu uma das maiores invenções do homem: a agulha de mão. Arqueólogos acharam agulhas com idades de 40 mil anos em cavernas paleolíticas, geralmente feitas de marfim de mamute, ossos de rena ou presas de leão marinho. Com a agulha foi possível costurar pedaços de peles e moldá-los ao corpo. O resultado ainda pode ser visto nos esquimós nossos contemporâneos. Povos primitivos de climas mais temperados descobriram a utilização de fibras animais e vegetais.

    O uso de cascas de árvores e peles de animais caracterizavam povos nômades. Em povos com uma cultura pastoril (Era Neolítica) a utilização de lã de ovelhas e o desenvolvimento do tear eram técnicas mais refinadas que estabeleceram a manufatura de tecidos e tornaram as roupas mais ou menos semelhantes ao que conhecemos. A maneira mais simples de se utilizar um tecido era enrolar um retângulo de pano em volta da cintura, fazendo um "sarongue". Mais tarde um outro pedaço de pano era enrolado sobre os ombros e atados por prendedores.
    Pintura rupestre
    Pintura rupestreGráfico Pré-HistóricoPr-e-História
    Periodo NeolíticoHomens, Mulheres e Crianças Pré-HistóricasSantuário de Stonehenge

    Leia mais…

    Novo blog que faço parte


    Olá, ando sumida, mas é que estou cheia de trabalho da faculdade.
    Novidades? Tenho uma, fui convidada para ingressar numa rede italiana de blog, o blogo.it, uma rede que abriu um portal aqui no Brasil, e eu estou fazendo parte da equipe junto com outras meninas para postar no blog Das Marias!
    Passe por lá, comente, critique, desabafe, falem sobre o que gostariam de ver no site, principalmente quando o assunto for moda, ai você pode até me mandar um e-mail em particular com o assunto: DAS MARIAS

    Para ir no Das Marias, clique AQUI ou ma imagem acima! :)

    Leia mais…

    Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

    Séries Profissionais de Moda - Acessor de Imprensa

    Gisele Bundchen com Patrícia Bundchen, sua irmã gêmea e assessora de imprensa

    O acessor de Imprensa é o profissional que conceitua, redige e divulga as informações sobre empresas e profissionais da moda. Uma Assessoria de Imprensa trabalha para um assessorado, que pode ser um cliente particular ou uma instituição. Empresas, pessoas físicas como "personalidades públicas", e instituições e organizações como empresas estatais, autarquias, governos, partidos, sindicatos, clubes, ONGs, ou indivíduos, entre outros costumam utilizar serviços de assessoria de imprensa. O interesse pela assessoria, em geral, é determinado pela geração de informações de interesse público.

    Um acessor é responsavel pela criação de um Press-Releases ou Comunicados de Imprensa, ou apenas releases, que são documentos divulgados por assessorias de imprensa para informar, anunciar, contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva o assessorado, positivamente ou não. É, na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado.
    Geralmente, esses releases são usados para anúncios e lançamentos de novidades, que a Assessoria tem interesse em que virem notícia. Um release bem estruturado pode ser o mote para uma pauta. O release deve conter informação jornalística com objetivo promocional para o assessorado, ou seja, ser ao mesmo tempo de interesse jornalístico e institucional. Os Press-Releases sobre eventos devem antecipar todos os dados relativos, além de facilitar o acesso dos profissionais de imprensa (caso exija credenciamento prévio, por exemplo). Sobre produtos, devem conter informações específicas, factuais e objetivas. Em todos os casos, uma boa contextualização do fato anunciado ajuda a inserir melhor o conteúdo do comunicado na pauta do veículo (em jargão jornalístico, dar “gancho” a uma matéria.

    Um acessor também é responsável pelo Press-Kit ou Pacote de Imprensa, que é um pacote de Press-Release com brindes promocionais, uma amostra/réplica do produto ou o próprio produto, fotos de divulgação, credenciais de imprensa e outros ítens que facilitem a cobertura jornalística sobre o que se quer divulgar e estimulem os jornalistas a publicar a intenção do assessorado. O Mailing List ou Mala Direta é uma lista de endereços de destinatários aos quais a Assessoria de Imprensa envia comunicados, notas, credenciais ou brindes com o propósito de incentivar a publicação de determinada informação. A mailing geralmente é composta por endereços de jornalistas especializados no tema da atividade do assessorado (Moda), editores de veículos relevantes, agências de notícias e, em alguns casos, outras assessorias e até concorrentes do assessorado.

    Em casos que uma declaração, opinião ou anúncio do assessorado seja de interesse para um número significativo de veículos de imprensa ou para a mídia em geral, as assessorias de imprensa convocam entrevistas coletivas, que são eventos nos quais o assessorado (ou um representante institucional) é entrevistado ao mesmo tempo por vários órgãos de imprensa e veículos de mídia.

    Em certas ocasiões, uma Assessoria de Imprensa atua como produção de eventos, atividade que não é sua, de origem. Festas, coquetéis, cerimônias, seminários, oficinas, palestras, entre outros, são eventos que podem ser úteis à Assessoria para divulgar novidades ou atividades do assessorado. O público destes eventos pode ser tanto externo quanto interno, e eles devem contar com a presença de agentes da mídia (jornalistas, editores, fotógrafos, publicistas) para que sejam bem-sucedidos.

    A formação básica exigida é em jornalismo, mas precisa ser fortalecida com atualização permanente, além de conhecer o negócio da moda em profundidade e manter uma ampla rede de relacionamento entre jornalistas especializados e formadores de opinião.

    A assessoria de imprensa não é uma habilitação, e sim uma atividade, que pode ser exercida por profissionais tanto de jornalismo como de Relações públicas. Além de ser o setor que mais cresce em relação a outros ramos da comunicação. A remuneração inicial é em torno de R$ 1.500, mas um profissional experiente pode ganhar mais de R$ 5.000.


    Leia mais…

    Série Profissionais de Moda - Agente de Modelo (BOOKER)

    Ex Agente de Modelo - John Casablanca

    O agente de modelo é o profissional que cuida de negócios e da agenda de top models. Esta carreira está vinculada a explosão de modelos no mundo da moda, é uma atividade que exige agilidade, capacidade de relacionamento e profissionalismo.

    O Booker cuida da carreira da modelo, analisa quem são os bons clientes, negocia pagamentos, controla a agenda. Pode-se dizer que o "Booker é pai, mãe e agente das modelos". Ele tem que saber escolher a modelo que preencha os requisitos solicitados pelos clientes. Ele trabalha dentro das agências de modelo, ou podem exercer as suas funções em exlusivo para um(a) determinado(a) modelo.

    Não existe curso de booker, um bom profissional se forma conhecendo bem o que o mercado busca em uma modelos de tempos em tempos. O mercado de trabalho é restrito e muito competitivo. A remuneração pode chegar a R$ 6.000. Um booker em começo de carreira recebe entre R$ 500 e R$ 1.000.

    Leia mais…

    Quinta-feira, 26 de Março de 2009

    Desenvolvimento da Percepção Visual

    Moda é diferente de arte e é diferente de design.
    A moda está ligada com o tempo, a sociedade, o comportamento, o visual e a economia, já a arte está mais ligada a questão cultural enquanto o design está ligado a forma e a função. Ambos estão ligados com a beleza, lidam com o visual e falam da sociedade, mas os três são diferentes. A moda pode se apropriar da arte e vice-versa, mas a moda não é arte.

    A beleza é uma maneira de nos relacionarmos com o mundo, é relação entre sujeito e objeto. Ela é, de certa forma, um conceito de ideal, um horizonte em direção ao qual caminham os objetos particulares que são belos. Ela muda gradativamente e é, muitas vezes, cultural, algo que muda de acordo com a época e a sociedade, de acordo com o que se vivencia.


    A Importância do Olhar dentro do Desenvolvimento da Percepção Visual
    Não estamos habituados a olhar, passamos no mundo sem olhar para as caoisas, sem enxergar, sem ver. Temos que educar o nosso olhar para que a nossa percepção visual seja mais aguçada, temos que ter um olhar clínico.


    Design
    Alia a informação visual, que é o mais antigo registro da sociedade. A informação isual tem a história e a política contida dentro de si.

    "A forma acompanha a função"
    Ou seja, a forma de um objeto tem que ter uma função, o design tem que criar algo com utilidade, algo funcional.


    Percepção
    (lat)1. Ato ou efeito de perceber pelos orgãos do sentido. 2. Ideia, compreensão de algo.
    Dentro da psicologia, percepção é um processo cognitivo no qual um objeto é representado por um sujeito, por um meio de sua atividade psicológica.


    Sentidos
    Os orgãos dos sentidos fazem parte do sistema olfativo, táctil, viaual, etc. Os quatro sentidos mais conhecidos são a audição, o paladar, o olfato e o tacto.

    A sinestesia está ligado ao emocional, é quando se usa mais de um dos sentidos. Ex:
    "O brilho macio do cetim" (visão e tato)
    "Aroma gritante" (olfato e audição)
    "O delicioso aroma do amor" (paladar e olfato)
    "Beleza áspera" (Visão e tato)


    O ato de Ver
    O cérebro, juntamente com a retina (intacta), fazem com que o ato de ver se torne possível. Os cones e bastonetes são os receptores de luz, visto que sem a mesma não se pode enxergar. 

    "Porém, a sensação de forma, cor e movimento dos objetos que percebemos não dependem apenas das propriedades da luz mas de uma soma de complexos processos fisiológicos e psicológicos."




    "A figura acima mostra como a imagem de um objeto (lápis) se forma retina. A luz refletida no lápis atravessa a córnea e o cristalino que são totalmente transparentes. Ambos formam um sistema de lentes convergentes que focalizam a luz exatamente sobre a retina onde estão os fotorreceptores (cones e bastonetes). Essas células convertem a luz em impulsos elétricos e funcionam como se fossem transdutores de energia. A capacidade da córnea refratar a luz é grande, porém invariável, ao contrário do cristalino que pode mudar a sua forma. Quando um objeto aproxima-se (ou nos aproximamos dele), o cristalino aumenta a curvatura ficando mais convexo e, portanto, aumentando a dioptria. Se o objeto se afastar, ocorrerá o inverso. A capacidade de acomodação do cristalino garante que os objetos nos pareçam sempre nítidos, não importando se eles estão longe ou perto. A retina não tem a mesma sensibilidade em toda a sua extensão. Na fóvea (cuja área é do tamanho da cabeça de um alfinete) a nossa acuidade visual é máxima. É justamente sobre a fóvea que a luz é focalizada pelas lentes e ali só ocorrem os cones (responsáveis pela visão em cores). A medida que se afasta da fóvea a quantidade de cones diminui e a de bastonetes (responsáveis pela visão em tons de cinza) aumenta, até que não haja mais cones. Isso significa que há um campo visual central e outro periférico distintos: o centro proporciona nitidez e visão colorida e o periférico, menos nitidez. A figura abaixo mostra os detalhes estruturais da retina que é composta de fotorreceptores (cones - em vermelho, verde ou azul e bastonetes - em cinza) e as células nervosas. A luz penetra a retina até chegar aos fotorreceptores e é absorvida pela camada de células pigmentares evitando assim a reflexão da luz."



    "Veja como a acuidade visual humana é relativa. Durante o dia, ou quando o ambiente é bem iluminado, enxergamos muito bem em cores. Quando os objetos são focalizados sobre a fóvea ficam bem nítidos e coloridos (visão central) e na periferia, desfocados e em tons de cinza (visão periférica). Essa é a dica de que os seres humanos devem ter evoluído em ambiente diurno."



    "Para manter nítida a imagem de interesse, precisamos focalizá-la constantemente sobre a fóvea e, para isso, os músculos que movem os olhos e o sistema de lentes devem trabalhar juntos e de modo coordenado. Se você prestar a atenção em alguém lendo ou fazendo trabalhos manuais os seus olhos estarão em constante movimento (garantido a focalização nítida do objeto e o constante processamento da retina). A figura acima e à direita mostra a sensação visual, à noite ou quando a luminosidade é baixa. Os bastonetes ao contrário dos cones, funcionam com pouca luz. Veja como faz sentido o ditado "A noite todos os gatos são pardos". Essas propriedades mostram que o nosso olho está adaptado seja para a visão com muita (dia) ou baixa (crepúsculo) luminosidade.


    As informações da retina chegam ao cérebro pelo nervo óptico. Quando as informações nervosas chegam às áreas associativas do córtex visual as imagens formadas na retina ganham significados e ocorrendo a percepção visual, tal como a conhecemos."



    "Assim como o cérebro sem o aparelho óptico não pode proporcionar experiências visuais, o olho sadio sem as vias visuais e as áreas associativas cerebrais causam deficiências visuais."

    O lado direito do cérebro é responsável pela emoção, criatividade "sub consciente", o lado esquerdo é lógico e racional. Os erros de interpretação visual está ligado aos dois hemisférios do cérebro, onde cada pessoa possui um ponto de vista diferente.





    NISHIDA, Silvia Mitiko; OLIVEIRA, Felipe Augusto K de; TROLL Juliana. O Corpo Humano: 

    Leia também: 
    Crítica à gestalt da percepção visual
    Percepção visual gosta do simples

    Leia mais…

    Sexta-feira, 20 de Março de 2009

    Sevan Bicakci

    Um designer de jóias, um artesão, que desenha com paixão pela sua amada cidade





    Sevan Bicakci é um famoso designer armênio nascido em Istambul. Esse verdadeiro mestre de joalharia começou a trabalhar no Grand Bazaar quando tinha apenas 13 anos.



    Seus desenhos e jóias principalmente os anéis são como pedaços de obras arquitetônicas que vêm do passado. Cada peça é única, que te faz sentir como se você usar a miniatura de um monumento.



    Seus anéis são peças de perfeição, que parecem contar histórias. Ele gosta de mostrar o seu amor a esta cidade única, utilizando símbolos como mesquitas, assim os anéis são miniaturas de que impressionantes edifícios.



    Olhe para essas pedras preciosas, as suas formas de arquitectónica perfeição. Sevan Bicakci trabalha com materiais como ouro, prata, diamantes, pedras, esmalte e gemas.



    A jóia abaixo foi a que me fez ficar interessada no trabalho de Sevan, na minha opinião é a mais linda.



    Conheça um pouco mais de seu trabalho


































    Para mais informações acessem o site do designer


    Leia mais…

    Quinta-feira, 19 de Março de 2009

    Jóias e seus consumidores

    Jóias, cada um com a sua, cada um com seu estilo, cada um com um design diferente.
    Particularmente nunca gostei muito de jóias douradas, mas estas abaixo me encantaram de tal maneira que fiquei intrigada para saber o nome do design (se alguém souber me conta!).





    "Pensem em uma jóia, de tal maneira sedutora, que seja capaz de conquistar mesmo aqueles que não têm o hábito de comprá-las. O consumidor mais desejado é aquele que não se deixa seduzir facilmente."

    Perfis de consumidores hoje existentes:

    Os Metrosexuais: homens supostamente heterossexuais, porém conectados com a moda, vaidosos e sem preconceitos. Adotam acessórios ultra modernos e investem em jóias de design contemporâneo.

    Os Agrosexuais: grupo antagônico aos metrosexuais. Define aqueles indivíduos que se convencionou chamar, meio jocosamente, de agroboys ou agrogirls. São jovens ruralistas, românticos, apegados aos valores tradicionais, moralistas e provincianos, que adotam uma estética country americana como paradigma de gosto. As jóias e adornos são elementos de definição social e de status.

    Os Nostálgicos: Conservadores, tradicionalistas e saudosos, estão sempre fazendo uma releitura de épocas passadas. Investem preferencialmente em jóias e acessórios que remetam aos estilos de época.

    Os Visionários: Vanguardistas, excêntricos, inovadores e ousados. Lançam moda e ditam tendências. Para estes as jóias servem como afirmação de seu inconformismo com os padrões estéticos vigentes.

    Os Intimistas: Apegados à família e aos valores morais, retraídos, tímidos, preservam sua privacidade e evitam a exposição pública. Compram jóias como investimento e para celebrar momentos pessoais.

    Os Mediáticos: Belos, charmosos, hedonistas, vivem da super exposição na mídia e sua vida pública e privada se misturam. As jóias e adornos são como uma moldura complementar para o corpo. Devem ter uma aparência que possa ser valorizada pelo olhar eletrônico.

    Os Contemplativos: Minimalistas, sensitivos, discretos, afetuosos e sensíveis. Para estes as jóias são feitas, não somente para olhar, mas para serem tocadas e sentidas. Dotadas de energia própria as jóias trazem promessas de paz, cura e serenidade.

    Os Vencedores: São pessoas resultantes da mobilidade social que com seu próprio esforço conseguiram conquistar uma carreira e sucesso profissional. Disciplinados e agressivos, dotados de grande auto-estima e personalidade marcante, as jóias são como uma certificação de seu êxito.

    Os Esportistas: Cultivam o corpo e a vida saudável, acelerados, bem dispostos, despojados. Preferem jóias que realcem seu corpo e chamem atenção para sua forma física e espírito saudável.

    Os Noctívagos: Boêmios, gregários, sociáveis e bem humorados, hedonistas e gastrônomos. As jóias noturnas, que brilham na luz negra das discotecas e dos bares da moda são suas preferidas.

    Os Integrados: Seguidores de moda e das tendências, supervalorizam os aspectos simbólicos e de afirmação social. As jóias são indispensáveis e devem estar esteticamente relacionadas com os últimos lançamentos da moda. Consumidores compulsivos as jóias são produtos de vida efêmera.

    Os New-Age: Crenças e utopias futuristas, comportamentos alternativos, valores compassivos. Jóias são como uma segunda pele e remetem à noção de permanência e longevidade.

    Os Ultra-pragmáticos: Neologismos proposto para os emergentes sociais que tiveram rápida ascensão social em virtude de sua personalidade marcante e desejo de vencer a qualquer preço. Para estes as jóias são o testemunho material de suas conquistas.

    Os Extra-sensoriais: Possuem uma percepção diferenciada do tempo e do mundo e por isto focalizam-se nos detalhes sutis das coisas. Por serem mais contemplativos e poéticos preferem as jóias capazes de penetrar em sua aguçada sensibilidade.

    Estes grupos acima descritos são apenas frutos de uma observação empírica cujo único intuito é demonstrar a tese da multiplicidade comportamental dos consumidores e da importância da focalização no desenvolvimento de um produto.

    Leia mais…

    Sexta-feira, 13 de Março de 2009

    Melissa Outono Inverno 2009 - "Afromania"



    Já esta a venda a nova coleção Outono/Inverno 2009 da Melissa: "Afromania" (lê-se com a pronúncia do inglês: afromênia). Inspirada nas riquezas e multicultura africana. A artista da vez é Esther Mahlangu (lê-se Ésther), que estampa a Melissas e já está estampando a fachada da Galeria Melissa, na Rua Oscar Freire.



    Esther Mahlangu e a Melissa criada por ela.


    Acostumada às parcerias criativas com artistas de todo o mundo, a Melissa, que completa 30 anos em 2009, sentiu que era o momento de empreender uma viagem às suas origens e às origens de todos nós, visto que a África é o berço do Brasil, da humanidade, e de uma criatividade sem igual para ser explorada.

    Nessa viagem antropológica, que vai além das vontades culturais e de moda que rodeiam nosso imaginário no momento, a marca, ou melhor, a consultora da Melissa, Erika Palomino, encontrou em uma talentosíssima e importante artista africana a força e a cara de sua coleção inspirada na África. Ela é Esther Mahlangu , de 75 anos, símbolo de seu povo, a comunidade Ndebele, por ter resistido, em tempos de forte apartheid, de uma maneira criativa às dificuldades de sua gente: pintando os coloridos desenhos característicos de sua cultura nas fachadas das casas de seu povoado e devolvendo arte, força e bom humor a quem lhes oferecia injustiça. Foi descoberta por pesquisadores franceses em viagem ao continente em 1986 e, daí em diante, viajou o mundo sem falar uma palavra de inglês ou de outro idioma que não o seu, e teve seu trabalho reconhecido.

    Conheça a nova coleção















































    Leia mais…
     
    Clicky Web Analytics